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quinta-feira, 18 de março de 2021

 Coleção Teatro de Bolso ( Contraponto de Luiz Pacheco)

Lisboa, s.d. [circa 1956 a 1962]

Contraponto [de Luiz Pacheco]

1.ª edição (todos)

18 volumes (colecção completa) + 2 volumes (variantes)

180 mm x 128 mm







Autores e títulos:

1 – HENRIK IBSEN, João Gabriel Borkman

2 – MOLIÈRE, As Velhacarias de Scapin

3 – ANTÓNIO FERREIRA, Castro

4 – ALFONSO CASTELAO, Os Velhos Não Devem Namorar

5 – CARLO GOLDONI, O Mentiroso

6 – GEORG BÜCHNER, Wozzeck

7 – LUIGI PIRANDELLO, Seis Personagens à Procura de Autor

8 – EUGÈNE IONESCO, A Cantora Careca

9 – RAÚL BRANDÃO, O Gebo e a Sombra

10 – DONATIEN-ALDONSE-FRANÇOIS DE SADE, Diálogo Entre um Padre e um Moribundo

11 – ARIANO SUASSUNA, Auto da Compadecida

12 – FRIEDRICH DÜRRENMATT, A Visita da Velha Senhora

13 – ALMEIDA GARRETT, Falar Verdade a Mentir

14 – CAMILO CASTELO BRANCO, O Morgado de Fafe em Lisboa

15 – LUÍS FRANCISCO REBELO, D. João da Câmara e os Caminhos do Teatro Português

16 – HEINRICH VON KLEIST, O Príncipe de Homburgo

17 – GUILLAUME APOLLINAIRE, Tirésias

18 – JULES SUPERVIELLE, A Primeira Família

exemplares muito estimados; miolo limpo

Colecção Teatro no Bolso

Em 1956 divulga os primeiros números da Colecção Teatro no Bolso, em pequeno formato, que acompanhavam o mundo teatral em Lisboa.

Cada volume era vendido a 10 escudos nas livrarias e 5 escudos à porta dos teatros. Em promoção especial, séries de três números pela módica quantia de 15 escudos.

Os volumes avulsos custavam 6 escudos. Juntamente com Cacilda Becker, em 1959, percorre o país vendendo estas pequenas publicações com autores consagrados, como por exemplo: Henrik Ibsen; Molière; Alfonso Castelao; Luigi Pirandello; Marquês de Sade; Almeida Garrett; Camilo Castelo Branco; Guillaume Appolinaire; entre outros. Em paralelo, a Companhia do "Teatro de Sempre" também publicava peças de ilustres autores, que facultaram algumas traduções a Luiz Pacheco (funcionário da Inspecção dos espectáculos). Esta Companhia pertencia ao Teatro Avenida de Lisboa, sob a direcção artística de Gino Saviotti e colaboração de Laura Alves e Giuseppe Bastos.

Conjunto de breves peças teatrais levadas à cena na época, para a difusão das quais muito contribuiu Luiz Pacheco com este suporte em papel. Para isso, contou com traduções de especialistas como sejam Luís Francisco Rebelo, Rodrigues Lapa, Manuel de Lima ou Gino Saviotti, e com ilustrações ocasionais de João Rodrigues.


Peça de Coleção
Capa e miolo em excelente estado 

Preço: 360€ 

com portes registados incluídos para Portugal Continental e ilhas
+ 8€ para correio registado internacional normal
UPS ou correio rápido a orçamentar

Pedidos a 2mitodesisifo@gmail.com


sábado, 6 de outubro de 2012

Peer Gynt a dramatic poem - Henrik Ibsen, Londres 1923


Peer Gynt
A dramatic poem
Peça de teatro em verso como a versão original dinamarquesa
Henrik Ibsen
6ª edição inglesa, 1923
(1ª publicada em 1907, 1909, 1912,1917, 1920 e 1923)
Editora William Heinemann
Introdução ao poema por William Archer.
traduzido da versão dinamarquesa por William e Charles Archer.

*Sobre a obra (fonte: wikipedia)*

A primeira edição de Peer Gynt saiu em 14 de novembro de 1867, pela Gyldendalske Boghandel (F. Hegel), em Copenhague. A primeira edição era composta por 1250 cópias e seguiu-se uma re-impressão de 2000 cópias em apenas 14 dias. As vendas foram grandes devido ao sucesso da peça anterior, Brand.
Foi traduzido para a língua alemã e publicado em 1881, em inglês em 1892, e em francês em 1896.

Henrik Ibsen foi um dos principais expoentes do teatro realista moderno. Suas peças causaram espanto e escandalizaram a sociedade de então pois os valores morais da família e da propriedade eram ainda amplamente aceitos e qualquer contestação poderia ser tida como ofensiva e imoral.

A peça Peer Gynt foi escrita parcialmente em Roma, parcialmente em Ischia e parcialmente em Sorrento. Ibsen enviou a peça para Hegel em três partes, o quinto e último ato foi enviado de Sorrento em 18 de outubro de 1867.

Ilustração de Peter Nicolai Arbos retratando "Per Gynt", de Peter Christen Asbjørnsen, personagem publicada em 1845, e que inspirou Henrik Ibsen a escrever Peer Gynt, em 1867.
Ao contrário das outras obras de Ibsen, Peer Gynt foi escrita em versos, pois sua intenção original era escrever um drama, que não seria para performances em palco. Também é diferente das outras obras por ser uma fantasia ao invés de uma tragédia realística, e foi livremente baseada no conto de fadas Per Gynt.

Para escrever a peça, Ibsen teria se inspirado nas tradicionais casas de fazenda, situadas em Vinstra, no leste da Noruega. Mais especificamente, ele teria se inspirado em uma casa, hoje aberta ao público, de propriedade de ‘’Peder Günt’’.

Peer Gynt não foi escrito para o palco, e assim o pensava Ibsen, segundo segredou para Vilhelm Bergsøe, o escritor dinamarquês que o acompanhava nas caminhadas em Ischia.
Alguns anos mais tarde, no entanto, Ibsen mudou de idéia, e em 23 de janeiro de 1874 escreveu para Edvard Grieg, com a intenção de adaptar Peer Gynt para o palco, e perguntando se Grieg estava disposto a "compor a música necessária". Em 06 de fevereiro do mesmo ano, ele escreveu a Ludvig Josephson - o diretor sueco do Christiania Theater, informando-o sobre a peça e seu interesse em organizá-la como um "drama musical".

A primeira apresentação ocorreu em 24 de fevereiro de 1876, no Christiania Theater, com a música original composta por Edvard Grieg, que inclui algumas das atualmente mais reconhecidas peças clássicas, I Dovregubbens hall ("Na Gruta do Rei da Montanha") e Morgenstemning ("Amanhecer"). A produção foi um enorme sucesso, na época. Dez anos depois, a peça foi encenada pela segunda vez no Dagmarteatret, em Copenhague, com a mesma equipe: Henrik Klausen no papel-título e a música de Grieg.


Capa cartonada cunhada a ouro, com algum desgaste do uso e tempo
Estado razoável. Algumas marcas de uso humidade e tempo



Preço: 30€ + portes

Pedidos a 2mitodesisifo@gmail.com ou em www.leiloes.net

3,40€ em correio registado nacional continental ou 1,20€ em correio normal nacional continental