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sábado, 26 de janeiro de 2013

Memo Kovaçi Dritero Agolli 1º edição

Memo Kovaçi
Dritero Agolli
Edições Maria da Fonte

Coleção Cultura Popular, nº 3
1ª edição
Editora Maria Isabel Pinto Ventura
Trad Celeste Alves Pedro
Capa Maria José Sacadura
(1977)
318 p

Dritëro Agolli

Dritëro Agolli (nascido em 1931) é um albanês poeta, escritor, político e ex-presidente da extinta Liga albanesa de Escritores e Artistas . Estudou em Leningrado na União Soviética e escreveu principalmente poesia , mas também histórias curtas, ensaios , peças de teatro e novelas. Foi o chefe da Liga albanesa de Escritores e Artistas responsável do expurgo de Fadil Paçrami e Lubonja Todi na Quarta Sessão Plenária do Partido do Trabalho da Albânia desde 1973 até 1992.



O autor foi acusado de revisionismo soviético num momento em que o partido tinha chamado para mais maoístas conceitos revolucionários da literatura e de maior devoção para as massas trabalhadoras

Embora Agolli fosse uma figura proeminente na nomenclatura comunista, permaneceu um pilar muito respeitada da vida pública e literária, após a queda da ditadura, e ainda é um dos autores mais lidos na Albânia.

No início de 1990, esteve muito ativo por vários anos como um membro do parlamento como deputado do Partido Socialista da Albânia . Fundou sua própria editora publoicando a revista Dritëro que teve um grande impacto na vida literária e intelectual do país.






Sobre as Edições Maria da Fonte

Editora fundada Manuel Quirós e sua companheira Maria Isabel Pinto Ventura.

Manuel Armando Giménez González Quirós, de seu nome completo, nasceu em 1939 e despertou para a actividade política em pleno “furação” causado pelas eleições de Humberto Delgado, em 1958, que lhe levou a percorrer um caminho diferente, o da luta contra o degenerado Estado Novo. Em 1960 aderiu ao PCP, donde, em ruptura, sairia com um destacado núcleo de militantes para fundar em 1964 a Frente de Acção Popular (FAP) e o Comité Marxista-Leninista Português (CMLP), que não foi mero acto de inclinação individual, mas tão-somente uma sentida necessidade de romper com a via pacifista e promover a luta armada revolucionária, as bases essenciais desta primeira cisão de esquerda.



Em finais de 1969, saído da prisão política, foi expulso da docência e proibido de exercer o ministério de professor do ensino técnico, dedicando-se desde então à tradução e posterior edição no sector livreiro. Homem de acção, dinâmico e empreendedor, pensador intelectual brilhante profundamente engajado na luta contra a ditadura fascista, fundaria em 1973 as Edições Maria da Fonte, um marco de referência.



Num curto espaço de três anos publicaria dezenas de obras de doutrinação marxista-leninista, análise política e literatura revolucionária, quase sempre por si traduzidas, fruto do seu imenso labor. Devido à pujança deste projecto, a editora sobreviveu, pelo menos, até ao fim da década de 1970.


Neste período, antes de 25 de Abril, foi ainda cronista dos jornais progressistas COMÉRCIO DO FUNCHAL e NOTÍCIAS DA AMADORA: Semanário Popular, continuando a desenvolver várias acções na clandestinidade. Um exemplo de dedicação à luta antifascista.


Morreu em 1975 em pleno fulgor revolucionário.

Livro de bolso, brochado, com algumas manchas de humidade no miolo. Assinatura de posse e oferta na folha de rosto e verso da contracapa.

Preço: 20€ + portes


Portes 3,40€ em correio registado nacional continental ou 1,20€ em correio normal nacional

Pedidos a 2mitodesisifo@gmail.com ou em www.leiloes.net