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quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Natália Correia. Cântico de País emerso. Contraponto, 1ª edição, 1961

Natália Correia

Cântico do País Emerso

Porto [ind. tipog.],

 s.d. [1961]

Contraponto [de Luiz Pacheco]

1.ª edição

22,9 cm x 17,3 cm

40 págs.


Peça de colecção

Obra de imediato proibida pela censura, circulou clandestinamente, dado o poema celebrar a acção revolucionária de Henrique Galvão ao tomar de assalto o Santa Maria, navio que, depois, irá servir ao regime colonial como cargueiro de tropas «para Angola já, e em força!».

cit de Frenesi Livros.






Exemplar muito estimado, capa, lombada e miolo irrepreensíveis



Preço : 320 € 
já com portes registados para Portugal Continental e ilhas
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Natália Correia, Aconteceu no bairro. Casa do Livro, 1ª edição, 1946

Natália Correia
Aconteceu no bairro
Lisboa, 1946
Edição da Casa do Livro
1.ª edição
18,5 cm x 13,6 cm
300 págs.

2º livro da autora - Raro


Romance do período anterior ao mergulho lustral da autora açoreana no surrealismo – coisa que só aconteceu nos finais dos anos 50 do século XX –, vive literariamente de um certo realismo com antecedentes no Raul Brandão de Húmus. Num outro plano, pela teia social que liga as suas personagens femininas, pode ser encarado também como um “libelo” feminista.
cit. Frenesi Livros.




Exemplar em bom estado de conservação, contracapa empoeirada. miolo limpo e cadernos sem serem aparados

Preço : 100 € 
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quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

Pierre Mendés-France, A crise francesa de maio. Propostas para uma acção Porto, Brasília Editora, 1ª edição, 1968

Pierre Mendés France
A crise francesa de maio: Propostas para uma acção
Uma cronologia dos acontecimentos
Brasília Editora
Porto
1ª edição
1968
Tradução Mário T. Alves
Copyright J Carvalho Branco Editor
Coleção Dossier-Leitura 1
162p.










Pierre Mendès France (Pierre, Isaac, Isidore[réf. nécessaire]), surnommé PMF, né le 11 janvier 1907 à Paris et décédé le 18 octobre 1982 dans la même ville, est un homme politique français.
Sa vie politique commence lors de son élection comme député de l'Eure, en 1932. Radical-socialiste, il participe à la coalition du Front populaire. Il participe au gouvernement quelques semaines en 1938, sous l'égide de Léon Blum, puis de 1944 à 1945, dans la mouvance du général de Gaulle. Pendant la Seconde Guerre mondiale, il entre dans la Résistance, rejoignant les Forces aériennes françaises libres.
Nommé président du Conseil par le président René Coty, en juin 1954, il cumule cette fonction avec celle de ministre des Affaires étrangères. Ses tentatives de réforme en Algérie entraînent la chute de son gouvernement, cible à la fois de ses adversaires colonialistes et de ses soutiens politiques habituels anti-colonialistes. Il quitte alors la présidence du gouvernement en février 1955, après avoir été renversé par l'Assemblée nationale sur la question très sensible de l'Algérie française.
Ministre d'État sans portefeuille du gouvernement Guy Mollet en 1956, il démissionne au bout de quelques mois en raison de son désaccord avec la politique du Cabinet Mollet menée en Algérie.
Il vote contre l'investiture de Charles de Gaulle à la présidence du Conseil en juin 1958, puis abandonne tous ses mandats locaux après sa défaite aux élections législatives du mois de novembre de la même année. Élu député de la 2e circonscription de l'Isère en 1967, puis battu l'année suivante, il forme un « ticket » avec Gaston Defferre lors de la campagne présidentielle de 1969.
Bien qu'il n'ait dirigé le gouvernement de la France que pendant un peu plus de sept mois, il constitue une importante figure morale pour une partie de la gauche en France. Au-delà, il demeure une référence pour la classe politique française, incarnant le symbole d'une conception exigeante de la politique.


Exemplar em bom estado, miolo limpo mas com manchas de humidade, capa e lombada em bom estado, pouco manuseado. Assinatura de posse de proprietário coevo


Preço : 35 € 
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Fernando Savater - Ética para um jovem. Lisboa, Publicações D. Quixote, 158p.

Fernando Savater
Ética para um jovem
Lisboa
Publicações D. Quixote
Tradução Miguel Serras Pereira
Design Atelier Henrique Cayate
- Rita Múrias
158p







Resumo:

Ética para um Jovem

Este livro, cuja leitura iniciei um pouco antes de abordar Ética em Filosofia, não refere as principais teorias ou filósofos que “brilharam” nesse campo. Tem, porém, um carácter quotidiano, abordando de forma simples e perceptível para qualquer jovem, assuntos que aparentam ser algo óbvios mas sobre os quais não reflectimos frequentemente.

Fernando Savater, filósofo espanhol, dirige-se neste livro ao seu filho Amador, tentando cativar e motivá-lo para reflexões sobre ética.

O escritor começa por invocar o “bem” (aquilo que nos convém) e o “mau” (o que não nos é favorável) e fundamenta a ideia de que a liberdade é a base de todas as nossas acções, fazendo também uma breve abordagem ao determinismo. Exemplifica estas correntes filosóficas com um exemplo concreto: comparando Heitor (o melhor guerreiro de Tróia), de Ilíada de Homero com as formigas térmitas-soldado, que protegem a sua tribo por instinto animal, ao contrário de Heitor, que é livre de escolher lutar ou não. A sua definição de Ética é, neste capítulo “a arte de viver”.

Savater insiste na noção de liberdade, referindo que nem sempre fazemos aquilo que queremos devido às circunstâncias que se impõem e que há diferentes motivos (“razão que tens ou pelo menos julgas ter para fazer alguma coisa”) que nos levam a agir, havendo três tipos diferentes de motivos: ordens (o que nos obrigam a fazer), costumes (hábitos) e caprichos (vontade impulsiva e momentânea). Menciona que os motivos têm pesos diferentes conforme as circunstâncias e que, por vezes, devemos agir autonomamente sem seguir ordens ou costumes e pondo de parte os nosso caprichos. É necessário analisar a fundo o que se faz, tendo raciocínio próprio e sabendo avaliar se uma acção é ou não positiva.

O segredo para praticar o bem é então agir em função de ter uma vida boa. Para isso, é necessário ter uma visão a longo prazo, tendo noção daquilo que será benéfico para nós mais tarde e não no instante (capricho). O autor dá-nos um exemplo bastante interessante da Bíblia, uma história de dois irmãos. Jacob, o herdeiro de uma fortuna, troca essa herança com o irmão Ésau por um prato de lentilhas, visto que se encontrava com fome após uma ida ao campo. Esta acção trouxe-lhe uma sensação de satisfação após ter comido a refeição mas rapidamente se arrependeu. Devemos sempre ponderar os nossos actos sendo imparciais relativamente às circunstâncias actuais.

É também evidenciada a ideia de que a vida boa implica socialização. É necessário que tratemos os humanos como pessoas, nunca os subvalorizando. Caso contrário, apoderar-se-á de nós uma enorme solidão que impedirá a boa vida. Partindo do exemplo do filme Citizen Kane em que Kane é um multimilionário que durante toda a sua vida usou as pessoas como um meio para alcançar riqueza. No fim da vida, morre sozinho proferindo a palavra “Rosebud”, um nome escrito no trenó com o qual Kane brincara durante a infância. São os acontecimentos com uma elevada carga emocional que realmente têm importância e não os bens materiais, facilmente substituíveis.

“Sabes qual é a única obrigação que temos nesta vida? Pois é a de não sermos imbecis”. Fernando Savater enfatiza o papel da consciência, o contrário da imbecilidade. Por consciência, entendem-se os seguintes aspectos: não ser passivo , “saber que nem tudo vai dar ao mesmo”; analisar cuidadosamente o que nos rodeia, assumirmo-nos livres e responsáveis pelas consequências do que fazemos. Uma das partes que me chamou mais a atenção ao longo do livro foi a sua análise ao egoísmo: “Só deveríamos chamar egoísta consequente àquele que deveras sabe o que lhe convém para viver e se esforça para consegui-lo. O que se entrega a tudo o que lhe causa mal gostaria, no fundo, de ser egoísta, mas não o sabe”. As consequências que as más acções acartam nunca são tão dolorosas como os remorsos, o peso da consciência, que inexplicavelmente pesa sobre nós e nos persegue sem que sejamos perseguidos por mais ninguém, o que só acontece pela noção presente de que somos livres e de que a nossa liberdade não foi bem usada. Contudo, devemos afirmar-nos responsáveis por qualquer acção, pois “cada um dos meus actos me vai definindo, me vai inventando”.

O filósofo insiste na ideia de “pessoa”, atribuindo um dos princípios básicos da Ética à empatia: é necessário pormo-nos no lugar dos outros, daqueles que a nós são semelhantes (humanos), visto que isoladamente, não há qualquer necessidade de ter em consideração os interesses dos outros. Um imperador e filósofo de Roma, Marco Aurélio, dizia para si próprio: “Quando hoje te levantares, pensa que ao longo do dia te vais encontrar com algum mentiroso, com algum ladrão, com algum adúltero, com algum assassino. E lembra-te de que os deves tratar como homens, pois são tão humanos como tu e são para ti indispensáveis como o maxilar inferior o é para o superior”. Sem o contacto humano, não seria possível viver humanamente. É necessário levar o próximo a sério mesmo que nem sempre os seus actos sejam dignos. Só assim se instalará o bem.

São também referidos os diferentes tipos de prazer e o facto de que não há que recear o prazer ou fiarmo-nos em preconceitos do género. Mesmo que o prazer nos distraia, não quer dizer que algo seja mau só por nos agradar. Devemos aproveitar o melhor da vida, “Carpe Diem”. São diferenciados os prazeres que nos destroem e nos retiram dignidade (vícios) dos que nos causam alegria mas não ao ponto de cairmos no desgosto, havendo assim temperança e autonomia.

Savater conjuga os conceitos “ética” e “política” (tendo também uma obra intitulada de Política para um Jovem), dando a esta uma ideia de colectividade associada ao bem comum, baseando-se também nas ideias de justiça, igualdade…

Por fim, é sugerido ao leitor que crie o seu próprio modelo de vida boa (lei universal e autónoma), visto que não há nenhum “molde” a seguir, chamando-se o Epílogo Terás de ser tu próprio a pensar, no qual se encontra a seguinte citação de Luncien Leuwen: “Adeus, leitor amigo; tenta não gastares a tua vida a odiar e a ter medo”.

Agradou-me imenso a leitura deste livro, não só pelos exemplos concretos associados às ideias principais mas pela simplicidade, sequência e lógica do texto. Foi extremamente enriquecedor e suscitou-me momentos de reflexão, pelo que pretendo ler mais obras de Fernando Savater.

"...E se a solidão for completa e definitiva, todas as coisas se volvem irremediavelmente amargas."

Exemplar como novo, miolo limpo, capa e lombada em excelentte bom estado, pouco manuseado.

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terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Jorge Amado - Jubiabá. Lisboa, Livros do Brasil, 1969

Jorge Amado
Jubiabá
1969
5ª edição
Lisboa
Edições Livros do Brasil
331p.




Wikipedia

Severiano Manoel de Abreu ou Jubiabá (20 de abril de 1886 - 28 de outubro de 1937) foi um babalorixá do Candomblé e capitão do Exército de Salvador, Bahia. Recebia o caboclo Jubiabá, que foi o caboclo mais famoso da Bahia, a ponto de chamarem o pai-de-santo pelo nome do caboclo. Foi pai-de-santo do não menos famoso babalorixá Joãozinho da Goméia que recebia o caboclo Pedra Preta.




A controversa personalidade de Jubiabá

O primeiro texto da série de notas, artigos e reportagens sobre a cultura afro-baiana foi publicado em O Estado da Bahia no dia 09 de maio de 1936 com o título “As ‘macumbas’ através de interessantes reportagens do Estado da Bahia” e o subtítulo “Jubiabá, o célebre ‘pai de santo’, ouvido por nós, faz sensacionais revelações”.Trata-se de uma nota criada para anunciar a série de reportagens que viria a ser publicada nos meses seguintes. Para a primeira delas, foi escolhido o nome do pai de santo Jubiabá, um dos mais famosos de seu tempo, líder religioso de um candomblé de caboclo no Morro da Cruz do Cosme. Jubiabá, também, era o título do mais recente romance publicado por Jorge Amado, o que despertava ainda mais a curiosidade em torno de sua imagem. Como veremos mais tarde, numa sequência de três reportagens, Jubiabá e Jorge Amado travam uma deselegante discussão através das páginas do jornal por causa do romance.

Em 11 de maio de 1936, O Estado da Bahia publica a entrevista com Severiano Manoel de Abreu, com o título “No mundo cheio de mistérios dos espíritos e ‘pais de santos’”, acompanhado por dois subtítulos. O primeiro: “Iniciando uma larga reportagem sobre espiritismo e candomblés o Estado da Bahia viu e ouviu o famoso Jubiabá, herói do último romance de Jorge Amado”. E mais abaixo: “De incrédulo a médium curador – Cruz do Cosme e seu reduto – Até entre os espíritos há melindres e vaidades – Pai de 22 filhos vivos e influência política”.

Jubiabá novamente é apontado como o personagem do romance homônimo de Jorge Amado, dito vaidoso e detentor de influência política. As ligações políticas do capitão Severiano Manoel de Abreu com membros e assessores do governo, a exemplo de Martinelli Braga, oficial de gabinete do governador Juracy Magalhães, são destacadas nas entrevistas, inclusive por ele mesmo. Elas conferiam prestígio ao pai de santo, possibilitavam a troca de favores, atraíam benfeitorias para a comunidade e contribuíam para preservar sua casa de culto da violência policial.

O preconceito explícito nas páginas dos jornais da época praticamente se restringia às religiões de origens africanas e indígenas, enquanto o espiritismo e o ocultismo, de raízes europeias, eram mais aceitos socialmente, consideradas doutrinas mais “civilizadas”, como denota este trecho da entrevista: Mesmer e Flamarion, Cagliostro e muitos outros fizeram admiradores e fervorosos prosélitos, com os seus passes, livros ou trues [sic] hábeis e impressionantes.

Ao lado destas e outras crenças em que a grande família humana se divide, o fetichismo tem também o seu grande número de fiéis entre os africanos e indígenas de outras raças até mais ou menos civilizadas.

Por sua vez a legião de espíritos é numerosíssima, congregando em torno dos centros e associações mediúnicas milhares de crentes em curas e milagres, melhoria de condições financeiras ou de afeto que se afasta.Não raro registra a imprensa casos de envenenamentos ou de loucura devido aos meios empregados para a “cura” do paciente.



Exemplar curioso dado tratar-se do livro de estudo do curso de 1969 da Faculdade de Letras de Lisboa, da proprietária coeva Flora C. Natal. O livro está profusamente anotado a lápis resultande do seu estudo e quiça cabulado para o exame da cadeira.

 Ainda assim em bom estado de conservação, miolo limpo, capa e lombada em bom estado mas com mancha de humidade, bastante manuseado.

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Jacques Chaumier - As Técnicas Documentais - 1ª edição 1971

Jacques Chaumier
As Técnicas Documentais
Trad. Jorge de Sampaio
Publicações Europa América
Coleção Saber  n0 72
Seção VI - Ciências Aplicadas
1971
108p+8p.


Obra básica de um autor fundamental na transformação técnica das Ciências Documentais. Jacques Chaumier emquanto socio do famoso Bureau Marcel Van Dick, transformou os conceitos clássicos da Biblioteconomia e Documentação, sobretudo antecipando o boom do tratamento da informação documental a partir desde o nicio da Sociedade da Informação.

Obra básica na biblioteca dos Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas.




Biografia de Jacques Caumier na  Wikipedia


Jacques Chaumier tomó contacto en el mundo de la Documentación en el Instituto Nacional de Técnicas Documentales de París, centro donde se diplomó; y se incorporó al Instituto van Dijk, lugar donde llegó a alcanzar la presidencia en 1985. Ha participado en numerosos proyectos de planificación, diseño y desarrollo de numerosos sistemas de información, tanto en Francia como en el extranjero.
Sus teorías en el campo de la Información y Documentación han influenciado notablemente en toda la literatura científica posterior, especialmente en el campo del analisis documental, la indización y el resumen científico. A finales de la década de los 70, Chaumier reformula el proceso documental que enunció Edith Ditmas, para bautizarla como Cadena Documental ya que, en lugar de proceso, Chaumier entiende que aquel se lleva a cabo a través de una serie de eslabones articulados y unidos. Estos eslabones serían tres:
1.- Entrada, donde se realizarían las labores de selección, adquisición y registro de documentos.
2.- Tratamiento, donde se realizaría las labores de análisis y búsqueda o recuperación de información.
3.- Salida, donde se realizaría la difusión de la información.
Jacques Chaumier postula que el análisis documental es una tarea intelectual donde se reelabora el documento original y se obtiene documentos secundarios como puedan ser los resúmenes. Este proceso (el análisis documental) tan solo comprende al análisis de contenido, como la extracción del mensaje informativo del documento plasmado en un texto, imagen, sonido o multimedia. Mientras que el análisis formal o catalogación, quedaría fuera. Esta postura se enmarca dentro de la corriente llamada Restringida muy difundida en el ámbito documental francés, donde establecen la dicotomía del documento entre continente y contenido.
Además, Chaumier definió la indización desde dos puntos de vista: como proceso, donde se realizaría la descripción y la caracterización del contenido del documento con la ayuda de las representaciones de los conceptos; y como finalidad, donde se posibilita la recuperación de información almacenada en el sistema.
En el campo del resumen documental, al que Chaumier denomina condensación, lo define como la operación por la que se abrevia el contenido de un documento y se lo representa mediante cierto número de operaciones que expresan la sustancia. Jacques Chaumier distinguió por primera vez los resúmenes según sea su forma; es decir, podían ser:
1.- Indicativos: aquellos que señala brevemente los temas del documento.
2.- Informativos: aquellos que ofrecen la descripción completa del documento, por lo que incluye objetivos, metodología y conclusiones.
3.- Críticos: aquellos que realizan además una valoración del documento en sí.
Esta última categoría que expresa Chaumier, ha sido rebatida por numerosos autores que consideran que el resumen crítico no es un resumen científico.
Jacques Chaumier es autor de numerosas artículos y monografías, entre ellas:
Análisis y lenguajes documentales (1986)
Técnicas de documentación y archivo (1993)


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sábado, 5 de outubro de 2013

Os inéditos do misterioso Salinger (2013)

J D Salinger

Vendem-se em conjunto:

Salinger 1ª edição ( 2013)

The catcher in the Rye ( 2010)

À espera no centeio ( 1ª edição ) 2011


Texto do Expresso 31/Agosto/2013
Primeiro Plano



David Shields
Shane Salerno


Salinger
"The private war of J D Salinger"
1ª edição
New York
Simon & Shuster
Setembro 2013
695 p







A obra prima



Salinger, J D
The catcher in the rye
New York
Little, Brown & Company
Setembro 2010
277p






1ª Edição portuguesa
J D Salinger
À Espera no centeio
Lisboa
Quetzal
2011
Capa Rui Rodrigues
Trad José Lima
Lisboa
233p.




The Catcher in the Rye (O Apanhador no Campo de Centeio, no Brasil / À Espera no Centeio ou Uma Agulha num Palheiroem Portugal) é um romance do escritor americano J. D. Salinger. Publicado inicialmente em formato de revista, entre 1945-1946, nos Estados Unidos, foi posteriormente editado no formato de livro (capa dura) em 1951, tornando-se um dos romances mais lidos no país.
Originalmente publicado para adultos, desde então se tornou popular entre jovens leitores por lidar com temas tipicamente adolescentes como confusão, angústia, alienação, linguagem e rebelião. Foi traduzido para quase todas as principais línguas do mundo. Cerca de 250,000 cópias são vendidas todo ano, com um total de vendas de mais de 65 milhões. O protagonista e anti-herói do romance, Holden Caulfield, se tornou um ícone da rebelião adolescente.
O livro foi incluído na lista dos 100 melhores romances da língua inglesa escritas desde 1923 da Times em 2005, e foi nomeado pela Modern Library e seus leitores como uma das 100 melhores livros da língua inglesa do século 20. Tem sido frequentemente censurado nos Estados Unidos e em outros países pelo uso liberal de palavras de baixo calão e retrato de sexualidade e dilemas adolescentes. Também lida com questões complexas de identidade, pertença, conexão e alienação.
Curiosidades:
O assassino de John Lennon, Mark David Chapman, carregava este livro consigo no dia em que cometeu o crime. Segundo testemunho do próprio Chapman, estava lendo o "Apanhador no Campo de Centeios", minutos antes de tentar o suicídio e da obra teria tirado inspiração para matar John. Outro fato curioso é que o atirador que tentou matar Ronald Reagan em 30 de abril de 1981, afirmou a mesma coisa, ou seja, que teria tirado do livro a inspiração para matar o presidente Reagan, não obstante, o assassino de Rebecca Schaeffer, Roberto John Bardo, carregava consigo o livro quando a matou. No filme "Teoria da Conspiração ", Mel Gibson faz o papel de um motorista de táxi psicótico, que acha que todos estão contra ele, ele possui uma compulsão, comprar diariamente um mesmo livro, "o Apanhador no Campo de Centeio", em sua casa existem milhares de exemplares dessa obra, por conta de uma dessas compras ele é descoberto por seus inimigos e quase acaba morto.
A banda punk-rock californiana Green Day gravou em 1992, no seu segundo álbum intitulado Kerplunk! a música Who Wrote Holden Caulfield?, baseada no livro. O vocalista, guitarrista e compositor Billie Joe Armstrong compôs a letra baseada no livro pois para ele, Holden Caulfield, o personagem principal, era como ele, um cara rebelde, largado e "invisível". Billie teve que ler esse livro durante o colegial, mas acabou não lendo. Tempos depois, ele resolveu ler e acabou tornando um dos seus livros favoritos.
O desenho South Park teve o episódio "A Historia de Scrootie Sodomita" baseado na obra.
No CD Chinese Democracy (2008) do Guns N`Roses a sétima faixa se chama "Catcher In The Rye" a história da letra é que o livro influenciou Mark Chapman a cometer o assassinato de John Lennon.



Livros em inglês novos 

Edição portuguesa quase nova 

Não se vendem os volumes em separado



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